Expectativa pelo bicampeonato da LNF
18/12/2020 08:26 em Futsal

 

 

Jackson do Corinthians e Danilo Baron do Magnus projetam reencontro no domingo

 

Independentemente de quem for o campeão neste domingo, um tabu será quebrado por aquele que levantar o troféu. O time da capital precisa vencer um adversário invicto na competição, algo inédito na história da LNF. Esse é apenas um dos ingredientes que compõem a final da LNF 2020, que tem muitos nomes de destaque nas campanhas de Magnus e Corinthians.

 

Colocados no grupo A da primeira fase, os dois times paulistas se enfrentaram duas vezes: tanto em São Paulo quanto em Votorantim, vitória laranja por 7 a 4 e 5 a 1, resultados que ainda estão na lembrança de quem necessita vencer uma equipe que simplesmente não perdeu na temporada.

 

“A gente teve duas derrotas para o Magnus e nesse primeiro jogo da final tivemos mais confiança e melhoramos bastante na marcação também. Saímos do jogo com a sensação de que poderíamos ter conseguido um resultado melhor. Mas sabemos da força do time deles”, explica Jackson, autor de sete gols do Timão na Liga.

 

Do outro lado da quadra, Danilo Baron, do Magnus, fez leitura parecida do confronto de ida da grande decisão. “Foi um jogo muito equilibrado. Ficamos carregados de faltas no primeiro tempo enquanto eles tentaram explorar bem o jogo de pivô. Tivemos que baixar o ímpeto para não fazer a sexta falta”, comenta um dos líderes em assistências da LNF com oito passes para gol até agora na competição.

 

O placar magro de 1 a 1 do último final de semana contrasta com o poderio ofensivo dos dois melhores ataques do campeonato. Magnus com 72 e Corinthians com 59 gols anotados. Caso haja novo empate, a decisão será na prorrogação com a vantagem de os donos da casa jogarem pelo empate.

 

“Estamos bem empolgados com nossa atuação e confiantes que podemos vir de lá com o título”, afirma Jackson. “Mais adaptados à quadra, vamos tentar fazer valer o nosso jogo de ataque que é o que vem ditando as nossas partidas ao longo da temporada”, completa Danilo.

 

Camisas pesadas, tradição em decisão e jogadores experientes, somados ao empate do jogo de ida, indicam o respeito que estará em quadra no domingo. Sem torcida no ginásio, o grito de campeão será dado de longe pelo torcedor. Não importando a origem, o grito será o mesmo: bicampeão da LNF, pois cada equipe tem uma conquista da Liga Nacional de Futsal.

 

Por João Paulo Fontoura - Porto Alegre | RS

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